segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Dia 13 - Passeio em Rosário e despedida da Argentina

Hoje o Nando e a Angélica nos levaram para passear em Rosário, a maior cidade da região, com grande concentração de brasileiros devido à presença da universidade.
Vimos os principais pontos incluindo o Monumento à Bandeira e o Rio Paraná.





Voltamos para preparar as malas e voltar para Buenos Aires e voltar para casa.
Pegamos o ônibus até a rodoviária e um taxi para o Aeroparque. O ônibus que vai direto ao aeroporto é muito mais caro (dobro do preço), menos confortável já que não é leito e demora muito mais.

Dia 12 - San Nicolás

Hoje foi dia de rodar por San Nicolás.
Caminhamos pelo centro da cidade, fomos até a basílica de Nossa Senhora do Rosário que é um centro de peregrinação do país todo.
Essa é uma cidade agradável embora não seja bem uma cidade turística.
Na volta para o apartamento, passamos num café da Havanna para repor as energias com doce de leite.
Falando em doce de leite, perto do apartamento do Nando e a Angélica, tem uma doceria que vende um croissant com doce de leite simplesmente divino!






No fim do dia, após o expediente, o Nando nos levou para conhecer outras áreas da cidade de carro. A cidade é bem maior do que eu imaginava.
E terminamos o dia em um restaurante local com a melhor carne da viagem!


domingo, 5 de novembro de 2017

Dia 11 - Despedida de Buenos Aires

Hoje é nosso último dia em Buenos Aires. À tarde vamos pegar um ônibus para San Nicolás visitar meu irmão. O ônibus sai do Terminal Retiro, próximo ao Aeroparque, e tem saída a cada meia hora. Então, não compramos passagem antes para evitarmos correria.
O plano é de, antes de partirmos, visitar o Puerto Madero e depois fazer uma visita guiada no Teatro Colón. Porém, o plano foi colocado em risco ao sabermos que o metrô, linha D, justamente a que tínhamos que pegar, estava parado.
Caminhamos, então, até outra entrada do metrô, na 9 de Julho, que é servida também pelas linhas A e C. Dessa forma, podemos pegar a linha C e depois a conectar com a B para chegarmos à Casa Rosada e depois caminhar até o porto.
A estação estava lotada, supostamente por conta do problema com a linha D. No meio da multidão, com carrinho de bebê nas mãos, acabei errando e paramos na plataforma da linha D que, a princípio, estava parada. Só que o trem estava passando e, após 2 composições, embarcamos. Para o lado errado. Descemos 2 estações à frente e demos a volta para o trem do sentido correto. Pegamos o metrô, mas ele ficou parado na estação por tempo suficiente de desistirmos e subirmos para pegar um taxi. Não sei se foi a melhor decisão porque o trânsito estava horrível! Já vi esse negócio de metrô quebrado e trânsito parado em algum lugar. Para piorar, estava um calor dos infernos!
O taxista nos deixou próximo à ponte das mulheres e fomos visitar a fragata Presidente Sarmiento. Pagamos 10 pesos cada adulto para entrar e foi uma bela visita. a Helô adorou!





Depois, cruzamos a Puente de la Mujer e caminhamos um pouco pelo Puerto Madero.



Caminhamos até um restaurante local, El Nacional, quase em frente à Plaza Mayo. É um restaurante apinhado de gente, sem turistas, bagunçado e barulhento, mas barato e com comida muito gostosa. Vale a pena!
Bom, com toda a confusão do metrô, nos atrasamos e acabamos ficando sem tempo para a visita guiada no Teatro Colón. Fica para uma próxima.
Fomos de taxi até o Terminal Retiro e não conseguimos pegar o ônibus das 14:30. Só conseguimos pegar o das 15:30. O terminal é bem simples e sem recursos. Tem acho que 4 ou 5 entradas e uma escada rolante e um elevador em cada entrada. Porém, todos os elevadores estavam quebrados e apenas uma escada rolante funcionava e só para descer. O ônibus, leito, é novo e confortável. Criança de 3 anos não paga, mas não tem direito a assento. Como os assentos são largos, ela foi no colo da Fabi e dormiu praticamente todas as 3 horas de viagem.
Pegamos poucos táxis em Buenos Aires e ouvimos várias histórias de gente roubada ou extorquida por taxistas. Minha cunhada nos deu uma dica que não sei se é, de fato, tão segura, mas que funcionou para nós. Só pegamos táxis com sinal de identificação de alguma cooperativa. Evitamos os táxis comuns sem ser de cooperativa.
O Nando foi nos buscar no Parador de San Nicolás e fomos recebidos com um delicioso assado de Vacio.

Dia 10 - Dia de visita aos parques de Buenos Aires. Só que não.

Hoje separamos o dia para passear pelos bairros de Ricoleta e Palermo e, de quebra, passear pelos principais parques da cidade.
Estávamos em dúvida de se nos locomeríamos de metrô ou se compraríamos ingresso no ônibus turístico do tipo hop-on hop-off. Ambos, como tudo na vida, têm seus prós e contras, mas acabamos por decidir ir de metrô. Entre os principais motivos, ficou bem mais barato (7,50 pesos por adulto - a Helô não paga - por trecho), alguns lugares que queríamos ir não eram atendidos pelo ônibus e, por fim, de metrô, os deslocamentos são mais rápidos.
Para usar o metrô e também os ônibus circulares, é necessário comprar um cartão que pode ser usado por toda a família. O cartão custa 20 pesos e vem com o mesmo valor em créditos. Na catraca, não estávamos encontrando o lugar para apresentar o cartão. Então, um simpático rapaz mostrou para a Fabi onde aproximar o cartão para abrir a catraca. Ele se posicionou na frente da mesma e pediu para a Fabi colocar o cartão para testar. Se ela tivesse feito isso, pagaria a passagem para o típico argentino.
Nossa primeira parada foi na loja da Barbie em Palermo. Digo, essa seria nossa primeira parada. Isso porque, chegando no endereço indicado, o máximo de Barbie que poderíamos ver era uma bonequinha na seção de brinquedos do supermercado Dia. Isso mesmo. A loja da Barbie virou um supermercado. Um senhor que nos viu procurando nos abordou perguntando se estávamos indo à dita loja e disse que fechou há 2 anos e que turistas ainda procuram. Na verdade, tem uma outra loja, não sei se a mesma, em um shopping distante. Como seria muito fora de mão, abortamos esse passeio do nosso roteiro e acabei não anotando o nome do shopping. Mas fica a dica: a loja da Barbie em Palermo fechou!
Continuamos descendo a rua e há umas quatro quadras abaixo estava o Jardim Japonês. É necessário pagar para entrar, mas não é muito e valeu a pena. Parque relativamente pequeno, mas muito bem cuidado e um é verdadeiro recanto Japonês.







Ao lado desse parque encontram-se vários outros como o Rosedal, que fica dentro de outro parque bem grande que não me lembro o nome, e o Jardim Botânico. Porém, como hoje é segunda-feira, estava tudo fechado. Descobrimos apenas lá nos parques que eles não abrem às segundas-feiras com exceção do japonês que é pago.
Mais uma frustração no mesmo dia.
Pelo menos, conseguimos incluir uma parada para o almoço no bairro de Palermo. Fomos no El Preferido, um restaurante pequenininho com ares de bar de esquina. Eles servem um milanesa excepcional a um preço bastante razoável.
No caminho para a estação de metrô, ainda paramos em uma frutaria para comprar morangos extremamente doces para a Helô e depois em uma sorveteria para saborear sorvete de doce de leite.
Metrô até Recoleta e mais um pouco de caminhada para a Floralis Genérica, aquela grande flor de metal que acompanha o sol e se abre durante o dia. Os portões para o jardim estavam abertos, mas acho que a flor não funciona também às segundas-feiras porque estava totalmente fechada no meio da tarde. Mesmo assim foi bacana e rendeu algumas boas fotos.





Voltamos para o hotel para nos aprontarmos para o show de tango. O rapaz da recepção nos passou hora errada e ficamos quase uma hora esperando o transporte na recepção. Optamos, por recomendação, pelo El Querandí. Uma casa de espetáculo pequena (o que nos chamou a atenção) e que nos proporcionaria uma boa visão do espetáculo. E isso realmente aconteceu. Ficamos em uma mesa praticamente do outro lado do salão, mas tínhamos uma perfeita visão do minúsculo palco. O show é mais folclórico e sem glamour. Eu fiquei um pouco frustrado porque estava esperando exatamente o oposto, mas a Fabi e Helô gostaram. A Helô aguentou até o finalzinho, por volta da meia-noite. A comida não é ótima, mas é boa. O vinho que nos serviram, porém, era intragável. Não conseguimos tomar uma taça sequer e pedimos para trocarem por cerveja. Está tudo incluído.



Amanhã é dia de irmos para San Nicolás visitar meu irmão, mas vamos tentar ainda ir no Puerto Madero para visitar de dia e também fazer um tour guiado no Teatro Colón que fica ao lado do hotel.

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Dia 09 – Mais pontos turísticos em Buenos Aires

Hoje o dia amanheceu meio como que queria chover, até chegando a garoar um pouco mas depois firmou e só foi chover mesmo depois das 10:00 da noite.
Para não passar o dia sem fazer nenhum comentário do hotel, eles têm algum problema com papel higiênico. Primeiro porque é de péssima qualidade, algo que eu não via há tempos. Segundo porque eles entregam meio rolo e não repõem a não ser que peçamos. Aí, eles entregam mais meio rolo. Acho que vamos passar no Carrefour e comprar um pouco lá e até deixar o resto de caridade para eles aqui no hotel.
Fomos cedo até a feira de San Telmo. Eu perguntava para as pessoas que me recomendavam ir a essa feira: “o que tem lá?” e a resposta era, invariavelmente: “tem de tudo!”
Mas de tudo o que? Pois bem, vou tentar esclarecer o que tem lá. É uma feira bastante extensa e não fomos até o final. Pode ser que haja coisas diferentes nas barracas além do que vimos. Então, se alguém sentir falta de algo importante, me avisa, por favor.
A feira de San Telmo não é uma “feira do rolo”. Não tem peça de carro na feira. Trata-se basicamente de uma feira de artesanato o que, como toda e qualquer outra feira do gênero, tem também peças de roupa principalmente de souvenires, alguma coisa de comida e bastante arte. Então por que falam tanto dessa feira? Acho que pelo motivo que falam, por exemplo, do Café Tortoni: porque é ponto turístico e pronto. Eu acho que é pelo fato de ser uma feira tradicional e, principalmente, por sua extensão.


Depois que cansamos de andar, pegamos um táxi que não é caro em Buenos Aires e fomos até a livraria Ateneo. Dizem que é a livraria mais bonita do mundo! Eu não levo essas coisas a sério mesmo porque beleza é algo sempre discutível. Mas que é bonita, isso é.
A livraria foi montada em uma antiga e belíssima casa de espetáculos. Não chega a ser propriamente grande, mas chama a atenção. Não fomos, mas eles têm um café no lugar do antigo palco. Vale a pena a visita para quem estiver passando pela região.



Eu, particularmente, teria pulado, mas fomos, à tarde, no Café Tortoni com sua característica fila na calçada. É bonito, badalado e caro. Pedimos churros que é um pouco seco comparado com o do Brasil mas com uma deliciosa porção de doce de leite. Não me arrependo de ter ido. Mas talvez você prefira optar por alguma outra visita mais relevante.



Tio Nando e tia Angélica voltaram para casa e, para fechar o dia, fomos até o Museu da Criança (Museo de los Niños) que fica no shopping Abasto na Concorrientes. Não é um lugar turístico e tampouco um museu. É uma grande área infantil com diversas áreas temáticas próprias para crianças. Por exemplo, eles têm uma agência do Santander, um McDonalds, um supermercado, uma clínica médica, um estúdio de rádio entre vários outros temas, todos simulando o mundo real dos adultos. A Helô adorou! Acho que, tirando a neve, foi o que ela mais gostou nessas férias.







Jantamos na praça do shopping mesmo e vimos, mais uma vez, uma cena comum em Buenos Aires: pessoas interrompendo nossa refeição para pedir dinheiro. E também perguntam se não vamos mais comer para eles pegarem nosso resto de comida. Isso me chocou bastante. Tinha sobrado alguma coisa nos nossos pratos e eles pegaram como animais famintos. Uma tristeza ver esse tipo de degradação humana.
Eu acho que isso começou depois das recentes crises que assolaram o país. Não parecem pessoas que passaram a vida na miséria.
Aliás, a Argentina, em especial Buenos Aires, é um local cheio de paradoxos. Muitos monumentos e praças impecavelmente cuidados e lixo espalhado pelas ruas. Universidades, museus, exposições de arte a todo canto e pessoas mal educadas e desrespeitosas para com o próximo na mesma proporção.
Aqui não existe muita regra e nem direitos. Cada um cuida do seu. Acho que tínhamos que ter um programa no Brasil que exilasse na Argentina por um breve estágio as pessoas que insistissem em reclamar do nosso país. Eu ouço o Professor Marco Antonio Villa na Jovem Pan quase toda manhã e gosto muito dos seus comentários exagerados. Concordo com muitos deles. Mas fico imaginando como seria um programa com ele na Argentina. Acho que já teria morrido do coração.


Dia 08 – Tio Nando e tia Angélica chegam para nos acompanhar em Buenos Aires

Hoje cedo o tio Nando e a tia Angélica chegaram para passar o fim de semana conosco e a Helô quase não dormiu esperando por eles. Estava agitada que até caiu da cama de madrugada.
Café da manhã no Unique Executive Central é medíocre! O quarto é velho, mas até que é limpinho e nossa vista é de uma parede toda cheia de mofo há 1 metro de distância da nossa janela.
Tios chegaram e fomos direto ao Caminito na região do Boca. Diferente da expectativa que eu tinha, é um pedacinho de rua alegre e com um bom movimento, de famílias e pessoas bonitas. Me surpreendi positivamente.







De lá, paramos no aeroporto para tentarmos ter alguma notícia da mala sumida já que ninguém me procurou e nada. Perdi totalmente a esperança. Vou ter que entrar na justiça contra a Latam quando voltarmos ao Brasil. O problema é que vamos ter que comprar roupas pra Helô e vamos perder ainda mais tempo precioso da nossa viagem. Além disso, não vamos conseguir lavar as roupas e a Helô é cheia de alergias dermatológicas. Esperamos que isso não dê problemas para ela.
Paramos para comer rápido numa barraquinha de churrasco no caminho (bem trash) já que perdemos nosso tempo de almoço no aeroporto e corremos para a Casa Rosada para o tour que tínhamos agendado.
Fizemos o tour em Português e valeu muito a pena. A nossa guia, Marina é muito atenciosa e tem ótima didática. A casa é bastante interessante e recomendamos.





Depois disso, acabamos com o nosso dia na Falabella da Florida. A Angélica nos recomendou essa loja pelos preços que praticam e realmente valeu a pena. Preços bons (estou dizendo isso pela primeira vez desde que embarcamos para a Argentina) e qualidade aparentemente igualmente boa. Compramos o necessário para a Helô passar os próximos dias na Argentina, mas nada mais que o básico. Espero não ter que me preocupar com ida a lojas de novo.
Para encerrar o dia, ou a noite, fomos jantar no Puerto Madero e me impressionei novamente. Guardadas as proporções, me lembrei do lago de Cingapura caminhando pelo Puerto Madero. Muito bonito e agradável! Vale a pena!
O jantar foi agradável e eu, definitivamente, quebrei o segundo tabu da Argentina. O primeiro é de que as coisas aqui são baratas. A segunda é de que o ponto da carne na Argentina é um abaixo do Brasil. Hoje jantamos corte de carne Argentino pela terceira vez e, de novo, veio muito passada. Pedi ao ponto e veio ponto mais. Mais passado que o padrão Brasileiro. Pelo menos para o padrão dos restaurantes que eu frequento no Brasil e do meu paladar.


Dia 07 – Ida a Buenos Aires – Argentina, o caos materializado

Como a Latam nos fez o grande favor de alterar todos os nossos voos domésticos sem ao menos nos avisar, hoje tivemos que madrugar para chegarmos em tempo em Bariloche para voar para Buenos Aires.
A Lilia, muito prestativa e acolhedora, nos preparou um café da manhã completo às 5:00 da matina. Pé na estrada e não tínhamos tempo de parar para contemplar a vista da rota dos 7 Lagos novamente, mas, da estrada, podíamos ver que os lagos estavam refletindo as montanhas como espelhos. Paisagens ainda mais lindas do que o que vimos no caminho da ida. Não tenho certeza mas acho que é porque estava sem vento e as águas estavam totalmente paradas formando uma superfície perfeitamente espelhada. Pena que não pudemos parar para foto.
Fizemos o caminho de San Martin de los Andes a Villa la Angostura em 1:30, o que é um excelente tempo devido às intermináveis curvas da estrada e não cruzamos com nenhum carro sequer. Fomos ver algum sinal de vida já em Villa la Angostura, mas não chegamos a pegar transito e concluímos a viagem até o aeroporto um pouco antes do previsto.
A Helô acordou antes que nós para a viagem. Íamos levá-la dormindo, mas, como acordou, já se trocou e tomou café da manhã. Mas entrou no carro e dormiu a viagem inteira!
Ao chegar em Buenos Aires, o caos se instaurou. A mala da Helô não chegou. Fizeram o registro e nos mandaram esperar no hotel já que muito provavelmente chegaria no próximo voo de Bariloche e nos entregariam a mala no hotel no mesmo dia. Alguma coisa, porém, me dizia que a mala havia sido subtraída e não simplesmente extraviada. Eu deixei o case do meu tablet dentro da mala da Helô junto com todos os acessórios como teclado, mouse e carregador e tenho pra mim que viram o conteúdo no raio-x, pensaram que era um notebook ou que o tablet estava na mala e desviaram o volume. Estou agora digitando na tela do equipamento e sem o carregador. Então, se eu sumir inesperadamente antes do término da viagem é porque a bateria acabou e não tenho mais como carregar. Isso só não vai acontecer se encontrarem a mala.
Somado a mais esse desrespeito na Argentina, a cidade é suja, o povo é mal educado e desrespeitoso.
O hotel que ficamos, Unique Executive Central lembra nossas viagens a Nova Iorque. Sempre queríamos ficar bem localizados, mas a falta de dinheiro nos empurrava para moquifos da Times Square. Estamos ao lado do Obelisco e dos principais teatros. Estamos no moquifo da Times Square de Buenos Aires.



Caminhamos até a rua Florida e não nos surpreendemos com tudo muito caro. Compramos algumas calcinhas e meias pra Helô e depois ainda fomos jantar num bom restaurante italiano na Calle Esmeralda quase esquina com a Córdoba.
Voltamos caminhando 8 quadras até o hotel depois das 22:00 e não notamos nada suspeito. A cidade parece mais segura do que dizem por aí.
A Helô está eufórica porque amanhã o tio Nando e a tia Angélica chegam para passar o fim de semana conosco.